sexta-feira, maio 06, 2011

De encher os olhos



Não me canso de olhar a beleza dessas flores, que são uma das minhas preferidas! O inverno é longo, mas é muito bom poder viver e sentir as quatro estações do ano.

Até Olívia se encanta com tanta beleza e aprecia as tulipas. É um verdadeiro privilégio poder contemplar esse presente da natureza.






sexta-feira, abril 29, 2011

Royal Wedding



Não tinha como passar em branco. Sempre fui fã de assuntos reais, sempre curti saber da vida dos reis e rainhas, príncipes e princesas espalhados pelo mundo.



O casamento de William e Kate não poderia passar batido aqui no blog. Não consegui levantar pra assistir em tempo real, apesar do Vítor ter tentado me acordar as quatro da matina. Ele ficou batendo papo comigo mas eu não tive forças pra sair da cama. Depois até me arrependi, mas acabei vendo os melhores momentos. Achei tudo lindo!



Agora quero comprar a revista com as fotos, os detalhes. Aqui no Canadá não se falava em outra coisa, vários canais transmitiram o casamento. Como não podia deixar de ser, entrou pra história com muita pompa e elegância!

segunda-feira, março 28, 2011

Perdas e ganhos

Que imigrar não é fácil, não é novidade pra ninguém. Desde o momento em que chegamos aqui, nos deparamos com grandes desafios, muitas novidades, barreiras para serem transpostas e cada dia é um novo dia, com muitas coisas aprendidas. Eu posso dizer que ainda tenho muito o que aprender, mas já não sou mais a mesma pessoa que chegou aqui há quase dois anos. Nós vivemos num condomínio de casas e quando chegamos aqui, por coincidência, já tinham duas famílias de brasileiros. Não nos conhecíamos, mas passamos a conviver e sempre foi muito bom. Hoje em dia, são 12 famílias de brasileiros que moram aqui. Muita gente critica, acha que vivemos em gueto, mas pra mim, isso sempre foi um fator mais positivo do que negativo. Sabemos que temos com quem contar a apenas alguns passos de nossa casa, logo ali, na casa do vizinho e uma grande família acabou se formando. Claro que nem todas as famílias são super amigas, algumas não tem filhos, outras tem filhos crescidos, mas de um modo geral eu acho ótimo saber que tem um conterrâneo na casa ao lado. Considero essa vizinhança um grande ganho que tivemos ao imigrar, porém, como nada na vida é pra sempre, essa semana uma dessas famílias está voltando pro Brasil e eles nem imaginam a falta que farão. Essa dinâmica da vida é muito interessante, uns vão, outros vem e a nossa vida vai seguindo, tomando forma e entrando nos eixos, agora com um vizinho a menos!

terça-feira, janeiro 11, 2011

Tem alguém aí?

Todo dia penso no blog, quero escrever e acabo deixando pra depois. Acho que nem tenho mais leitores, mas os dias tem sido intensos e corridos, as noites mal dormidas e a correria inevitável.
Todos aqui no Brasil querem estar com a gente, então dividimos nosso tempo, viajamos, muitas vezes ficamos sem internet e o blog vai ficando lá no fim da fila.
Enfim, só pra registrar que estamos bem e que não desisti do meu bloguinho.

quinta-feira, outubro 21, 2010

Imigrar é contagioso

Quando a gente resolve imigrar, muita gente quer saber tudo a respeito, moradia, trabalho, frio, adaptação. Tem quem reprove a ideia totalmente, tem que aprove e apoie, tem quem não esboça reação nenhuma.
Nós tínhamos a impressão de iríamos acabar influenciando algumas pessoas e torcíamos pra que com o tempo alguns amigos ou parentes decidissem vir também.
E isso começou a acontecer já tem um tempo. Claro que ficamos felizes e torcemos pra que algumas pessoas queridas venham mesmo.
Esse ano, pouco antes do Vítor nascer, chegaram a Pri e o Rico aqui em Mississauga. A Pri é prima do Dory. Não tivemos influência sobre o processo deles pois eles entraram um pouco depois de nós, mas um não sabia dos planos dos outros e só "descobrimos" quando estávamos quase no final do processo. Foi e tem sido excelente tê-los por perto. Dá uma renovada nas nossas energias.
Aí, em setemtro recebi a visita de uma prima, junto com o namorado, estão empolgadíssimos para virem pra cá também.
E agora, minha grande amiga Sabrina e sua linda família, estão batalhando pelo visto também. Eles são dentistas como eu e sabem da dificuldades que terão pela frente, mas são guerreiros e com toda força de vontade irão chegar lá.
Sempre tentamos ser o mais realista possível com quem nos pede conselho e informação. Nem tudo são flores aqui, não sabemos se viemos pra ficar pra sempre e deixamos isso bem claro a todos. Além disso, não cansamos de dizer: estude inglês e traga o máximo de dinheiro que puder.
Fato é que temos percebido uma grande insatisfação por parte de muitos amigos e familiares, e a imigração tem sido uma opção viável a muita gente.
Estamos de braços abertos!

quinta-feira, agosto 12, 2010

Garota de sorte


É, apesar de minha mãe estar indo embora hoje, após 35 dias aqui conosco, me considero uma garota de sorte.
Vivemos dias intensos, de muita alegria e cansaço, muita conversa e muito apoio.
Por essas e outras eu me considero muito sortuda: por ter uma mãe como a minha, que não nega esforços, que abre mão das férias e do merecido descanso pra me ajudar com meus filhotes, que passa as madrugadas em claro comigo, embalando o Vítor, cuidando da Olívia, lavando roupas, deixando tudo limpinho e cheiroso, fazendo de tudo pra que nossa rotina se torne mais leve e adaptada.
Não tenho como agradecer! Fato é que ela fará muita falta aqui, que a casa ficará bem vazia, que vou ter que dar um jeito de dar conta de tudo, que a ausência dela será sentida profundamente.
Espero poder te abraçar de novo brevemente! Obrigada por tudo e mais um pouco que você faz por nós hoje e sempre.
Como sou feliz apesar de estar triste! Queria que da próxima vez, ela viesse pra ficar...
Te amo mãe!

sábado, julho 24, 2010

Desmistificando o sistema de saúde


Muito se ouve falar sobre o sistema de saúde público do Canadá. Eu mesma morria de medo de como seria o pré-natal aqui, tanto que muitas vezes eu pensei em ir pro Brasil pra ter nenê. Por fim, resolvemos ficar por aqui mesmo, já que não faria sentido ir pra lá só pra ele nascer.
E a experiência não poderia ter sido melhor! Claro que ao longo dos 9 meses, algumas coisas não saíram exatamente do jeito que eu queria/pensava. Por exemplo, fui acompanhada pelo médico de família até o sexto mês e só conheci meu obstetra no sétimo mês de gestação. Isso me deixou apreensiva, mas por se tratar da segunda gravidez e como minhas gravidezes são sempre muito tranquilas, resolvi não me estressar.
Fui encaminhada para um grupo de obstetras do hospital que eu escolhi daqui de Mississauga. O primeiro médico que eu conheci acabou sendo o meu "obstetra oficial", porém, cada consulta eu fui atendida por um médico diferente da equipe, e quando era possível, acabava sendo consultada pelo "oficial".
As consultas eram sempre rápidas, sem muito bate papo como estamos acostumadas no Brasil. A enfermeira me pesava e tirava minha pressão e em seguida o médico entrava, perguntava se estava tudo bem e ouvia o coraçãozinho do bebê. Tudo isso não durava mais do que 3 minutos.
As consultas eram mensais, depois passaram a ser quinzenais e no finalzinho, semanais, como no Brasil.
Durante o pré-natal, tive que ir ao hospital algumas vezes: tive que fazer um "tour" e saber exatamente onde ir caso entrasse em trabalho de parto, tive que assistir uma aula sobre a cesárea, já que a minha tinha sido agendada previamente e dois dias antes do parto fui fazer os exames de sangue pré-cirúrgicos. Tudo isso estava explicadinho numa cartilha que recebi logo que passei a ser atendida pelo obstetra. Tudo muito organizado.
No dia do parto cheguei no horário marcado, fui atendida com um pouco de atraso, mas a cirurgia em si começou praticamente no horário previsto.
Uma observação: a cirurgia foi PERFEITA! Não senti dor alguma durante o procedimento (ao contrário da minha primeira experiência que foi bem dolorida), as enfermeiras do centro cirúrgico estavam o tempo todo ao meu lado me acalmando, o anestesista não saiu de perto de mim um segundo sequer e atendeu as minhas solicitações prontamente(dores de cabeça e náusea), super prestativo e atencioso.
Assim que o Vítor nasceu e recebeu os primeiros cuidados, foi direto pro colo do papai, que esteve ao meu lado e em seguida, ambos me acompanharam pra sala de recuperação, onde ficamos por mais ou menos uma hora. O bebê ficou comigo o tempo todinho, mamou e tanto eu quanto ele éramos monitorado a cada pouco pra ver se tudo estava bem.
Quando voltei a sentir as pernas, fui transferida pro quarto, bebê junto comigo em meus braços, de onde não saiu por nenhum minuto: banho no quarto, exame de sangue no quarto, teste de audição no quarto, etc.
Graças a Deus consegui ficar num quarto "private", pagando uma diferença, mas com direito a acompanhante.
A equipe de enfermagem foi sensacional, sempre prestativas e muito qualificadas.
Antes de vir embora ainda participei de uma aula sobre amamentação, onde uma enfermeira pode auxiliar nesse momento tão importante e que muitas vezes se torna tão penoso (não é meu caso, graças a Deus).
Resumindo: por se tratar de um sistema público, não deixou a desejar em nada se comparado com o sistema particular do Brasil. Claro que toda a parte de hotelaria fica defasada quando pensamos nos luxos que temos por lá, mas minha experiência foi super positiva.
O post está longo demais então em breve conto mais alguns detalhes que julgo importante em mais essa experiência canadense.

terça-feira, julho 13, 2010

Amor duplicado

Durante a gravidez sempre fica aquela dúvida: será que vou ser capaz de amar outro serzinho assim como amo Olívia?
E no dia 08 de julho, às dez e quarenta e cinco da manhã eu descobri que SIM!

quarta-feira, julho 07, 2010

...

Tempo curto, muita coisa pra falar, pré-natal no Canadá, rotina, mudanças, etc
Só que vou ficar devendo e volto em breve, com a família maior.
Hoje minha mãe chegou. Essa semana ainda nasce o Vítor e Olívia faz aniversário. Só coisas simples! rs
As emoções estão à flor da pele. Estou desculpada né?

quinta-feira, junho 10, 2010

Edição comemorativa: 1 ano de Canadá!!!


Foi no dia 6, domingo, que comemoramos um ano de Canadá, um ano de recomeço, um ano de aprendizado, lutas, lágrimas, dúvidas.
Um ano de esperança renovada, de vida tranquila, de sair sem medo nas ruas, de conhecer gente nova, de se reinventar, de ser resiliente.
Nossa família se uniu ainda mais frente as crises de saudade e de identidade.
Alguns dias eu quis voltar, outros dias quem quis voltar foi o Dory, mas fato é que estamos aqui, uns dias mais felizes, outros nem tanto, sempre buscando executar os planos que Deus tem pra nossa vida.
Eu sempre digo que não seria uma pessoa completa se não tivesse vindo, se não tivesse pagado o preço pra saber como seria essa experiência de morar fora. Não me arrependo de ter vindo. Sinto falta da zona de conforto do Brasil, mas acho que leva um tempo até que nos sintamos mais a vontade numa terra estrangeira.
Uma coisa super importante que aprendi é que não podemos basear nossa experiência com a de ninguém. Cada um tem uma história de vida, cada um sabe o que é melhor para si e sua família, o que é bom pra mim pode não ser pra você, mas tenho certeza de que "até aqui nos ajudou o Senhor".
O segundo ano de Canadá já começou e será inaugurado em grande estilo: em menos de um mês Vítor nasce pra renovar nossas forças e energias.
Estamos felizes!

quarta-feira, junho 02, 2010

A million dollar family


When a married couple have one boy and one girl; the supposedly happy, perfect family
É assim que eles chamam aqui no Canadá uma família composta por papai, mamãe e um casal de filhos.
Achei tão bonitinho!

domingo, maio 09, 2010

Para todas as MÃES

Ter um filho é decidir ter, para sempre, o coração fora do corpo. (Elizabeth Stone)


* foto by Yuki Noda/ modelo: Olívia/ mãe coruja

É isso que sinto: que tenho um coração fora de mim. É lindo, é inexplicável, um amor descomunal, dá trabalho, mas jamais seria uma pessoa completa se não fosse mãe.
Sabendo de toda a dedicação que envolve a maternidade, eu agradeço ainda mais a minha mãe por todo o tempo, noites mal dormidas,educação e tudo o mais que sempre fez e faz por mim e minha irmã, e agora pela Olívia, Elena e pelo netinho que está a caminho.
Graças a Deus eu sempre soube dar valor a tudo isso, sempre respeitei minha mãe e a tenho como meu exemplo de vida e meu porto seguro.
Desejo um lindo dia pra minha mãe, minha avó, minha irmã que experimenta seu primeiro dia das mães, minha amigas do Brasil, do Canadá e todas as mães que trabalham duro pra oferecer filhos melhores pra esse mundo.

quinta-feira, maio 06, 2010

Polícia legal


Ontem foi o McHappy day aqui no Canadá. Eu nem sabia que era o dia, mas estávamos no banco ao lado e resolvemos entrar pra almoçar.
No estacionamento tinham dois carros de polícia e vimos alguns policiais abordando as pessoas no drive thru. Achei estranho e logo pensei: será que aconteceu alguma (já que até então não sabia que era um dia especial na rede McDonald's). Qual não foi minha surpresa quando notei que os policiais estavam usando avental, com seus nomes escritos, anotando pedidos na fila.
Quando entrei, percebi que tinham mais policiais atrás do balcão, meio perdidos, mas ajudando a montar as bandejas com o pedido.
Achei sensacional a iniciativa. Eles eram voluntários desse evento, bem como in;umeras outras pessoas que estavam vendendo bonés e copos, limpando mesas e varrendo o chão, tudo em prol de uma boa causa, já que parte da renda obtida através da venda e Bic Macs e Happy meal será revertida a intituições que cuidam de crianças em todo o país.

quarta-feira, abril 07, 2010

Florescendo

Resolvi mudar um pouco a cara do blog, dar um ar mais singelo, juntamente com a chegada da primavera.
Esse papo de estações do ano é realmente muito interessante quando podemos ver, viver e sentir claramente o que isso significa. No Brasil elas existem no papel, faz um friozinho, chove um pouco mais, mas aqui elas são definidas e mostram que, como tudo na vida, nada dura pra sempre.
O inverno passou, um tempo de introspecção. A gente se fecha, quer um cantinho quente, dorme mais cedo porque escurece antes das cinco da tarde. Chega a dar uma tristeza naqueles dias cinzas. Vale lembrar que tem dias lindos de sol também, mas um sol que não esquenta por nada nesse mundo. Tá certo que esse ano o inverno foi leve, sem muita neve. Isso ajudou-nos a encarar a estação fria.
Agora chega a primavera, sol, chuva, a grama voltando a ficar verdinha. De um dia para o outro a paisagem vai mudando. Delícia ver as árvores brotando. Mais gostoso ainda é ver as tulipas que o marido plantou em nosso jardim crescendo.
Confesso que achei que elas nem fossem vingar. Sei lá, não sabia que ele tinha conhecimentos de jardinagem...rs
Mas lá estão elas, grandinhas. A flor ainda não apareceu, mas em breve estarão tão lindas como a foto que ilustra o blog.
As visitas já foram embora, revigoraram nossas forças e deixaram saudades. Mas assim como as estações do ano, vamos vivendo um dia de cada vez: sol, chuva, vento, neve, flores, folhas secas. A natureza também ensina e eu acho que estou aprendendo com ela!

segunda-feira, março 22, 2010

Adivinha quem está aqui?

Minha irmã, cunhado e Elena, minha sobrinha.
Eles chegaram semana passada pra ficar 15 dias. Já fomos pra Ottawa passear e estamos curtindo a presença deles aqui em casa.
Fomos presenteados com dias lindos de sol e temperaturas positivas bem agradáveis. Ontem esfriou de novo, mas ainda assim temos aproveitado nossos dias juntos.
Estou super afastada do blog, por um bom motivo. Deixa eu aproveitar esse momentos gostosos ao lado da família.

domingo, fevereiro 28, 2010

Foi bonito demais!

Emocionante! O espírito olímpico estava por todo lado, mesmo estando longe de Vancouver. Por 15 dias não se falava em outra coisa.
Acompanhamos o máximo de competições possíveis, vibramos como se tivessemos nascido aqui. Cada conquista, cada vitória, cada jogo...muito emocionante!

Já estou triste com o fim do jogos de inverno.

Agora quero acompanhar as façanhas do para-atletas, que com certeza também darão um show de luta e perseverança e depois aguardar a Copa do Mundo.

Muita emoção para um ano só!

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Family Day

Enquanto no Brasil as pessoas aproveitam o Carnaval e sofrem com as altas temperaturas, aqui no Canadá também temos a oportunidade de curtir o feriado de Family Day.
A temperatura está até bem agradável se levarmos em conta os invernos passados, que dizem ter sido bem mais frio e cheio de neve (não estávamos aqui ainda pra constatar).
Fizemos um passeio até Saint Jacobs no sábado, uma cidade menonite aqui de Ontario. Confesso que fiquei um pouco decepcionada pois achava que o mercado só vendia produtos produzidos na região, bem como artesanato, mas na verdade tem muitos produtos industrializados e um monte de quinquilharias made in China. A vila em si é bem charmosinha e acho que vale a pena voltar em outra época do ano pra poder passear na rua sem sentir frio.
Domingo como sempre, fomos à missa . Almoçamos num restaurante português e comemos bacalhau. Delícia comer comida de verdade! A noite recebemos alguns amigos em casa para uma pizza. Diversão garantida para as crianças que brincaram até cansar e Olívia até chorou quando foram embora. Muito agradável a presença deles aqui.
Hoje, como é o dia da família, faremos isso, passaremos o dia em família, nos preparando pra semana que recomeça amanhã.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Trabalhando com emoção

Ontem atendemos novamente uma paciente que relatou na consulta anterior que sofria de Síndrome do Pânico. Tínhamos que ter todo cuidado, dar pausas de vez em quando e usar anestésico sem epinefrina pra que ela não tivesse uma taquicardia durante o procedimento.
Tudo foi feito conforme o combinado, mas logo após a anestesia ela começou a ter uma crise, dizendo que não conseguia respirar e que iria desmaiar. Tentamos acalmá-la, ela respirou tranquilamente e pediu pra que continuássemos o procedimento.
Mas ela sentiu dor e a dentista teve que dar mais um pouco de anestesia. Aí, a síndrome veio com tudo.
Ela levantou rapidamente, disse que estava sem ar, que ia desmaiar, que ia morrer, que não consegui respirar. Eu, ao lado dela, apenas dizia pra que ela respirasse calmamente. Ela nem mudou o tom da pele, não suou frio nem nada. Pedia pra ligarmos pro 911.
Abaixamos a cabeça dela pra oxigenar o cérebro e a secretária ligou pra emergência que fez algumas perguntas e disse que enviaria socorro ao local.
Logo chegaram 2 paramédicos todo equipados, mas nessa hora ela já tinha voltado ao estado normal e estava sentindo muita vergonha da confusão que tinha armado. Ela mesma dizia que estava muito envergonhada.
Os paramédicos checaram todos os sinais vitais e tudo estava perfeitamente bem. Ela ficou mais um tempo sentada, até que resolveu ligar pra uma amiga que veio buscá-la.
Senti muita pena dela, pois a reação, pra quem via de fora, era totalmente esperada. Ela sabe que vai passar mal e então, paassa mesmo.
Por fim ela contou que quando tinha 14 anos sofreu um grave acidente de carro onde tiveram muitas mortes e depois disso a vida dela nunca mais foi a mesma.
Foi uma experiência nova pra mim no consultório, mas fiquei mesmo foi com dó dela pelo stress pós-traumático que a acompanha por pelo menos 20 anos.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010


Agora teremos um casalzinho! Os palpites foram quase 100% certos!
Obrigada por opinarem!
Ainda não sabemos o nome...estamos em fase de escolha ainda!

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Façam suas apostas!

Já sabemos o sexo do bebê!!!!
Adivinhe o que é?????